Padroeiro(a): Nossa Senhora Auxiliadora

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Em 1949, chegaram as primeiras famílias descendentes de imigrantes italianos vindos de Guaporé (RS). Ao chegarem, as famílias de Argentino Gollo e de Antonio Grando encontraram aqui famílias de caboclos "posseiros", entre as quais as de: Mariano Maiê, Caciano Pereira, Mingo e outras. No entanto, a convivência entre os migrantes e as famílias que já estavam aqui sempre foi pacífica. Dificuldades e Novas Famílias: Muitas foram as dificuldades encontradas no início: falta de estradas, a distância dos recursos, perigos, medo e isolamento. Mais tarde, outras famílias foram chegando: Luis Andreta, Adriano Grando, Albino Grando, Ivo Eli, Albino Zílio, Antônio Appi, Amos Bollis, Gusto Izoton, Segundo Zatti, Etore Foresti, Fideles Pierezan, Delvino Pierezan e Francisco Zanella (a maioria in memoriam). Primeira Igreja: No início, por não haver igreja construída, os terços eram rezados na casa do Sr. Adriano Grando. Alguns fiéis, embora nem sempre fosse possível devido à distância, iam a pé ou a cavalo assistir à missa aos domingos na Igreja Matriz em Coronel Freitas. O terreno para a construção da primeira igreja, que servia também de escola, foi doado pelo Sr. Adriano Grando, e a obra foi concluída em 1953. A primeira missa foi rezada por Frei João Vianey Erdrich e, posteriormente, por Frei Emiliano Cattoni. Segunda Capela: Quando foi construída a segunda capela, em 1964, houve a doação de mais um terreno por Antônio Grando. Terceira e Atual Igreja: Foi construída em 1997, com a colaboração de todos os sócios. O espaço também possui um salão para os eventos da comunidade. Padroeira: A padroeira é Nossa Senhora Auxiliadora. A imagem foi trazida de Coronel Freitas com uma carroça emprestada pela família Brugalli. Origem do Nome: O nome Sede Querência foi escolhido por Ivo Eli e Marcelino Pierin, por ser um local agradável para os encontros sociais dos moradores e uma forma de resgatar a memória dos pagos gaúchos. Educação: As famílias preocupavam-se com a escolaridade de seus filhos. Por isso, em 1953, improvisaram uma escola. O primeiro professor foi Benjamin Picolotto, de Coronel Freitas. Vida Religiosa: Desde os anos 1970, a comunidade tem seus próprios ministros, que fazem as celebrações e as funções inerentes ao cargo.