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Antinhas

Padroeiro(a): São Braz

Antinhas

Localização

Cel. Freitas - SC, 89840-000

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Horários

Os horários desta comunidade ainda não foram atualizados no site. Por favor, entre em contato com a Secretaria Paroquial para confirmar a programação.

Nossa História

Por volta de 1950, começaram a chegar os primeiros moradores gaúchos em Antinhas. As primeiras famílias: Stefano Barro, que residiu por 8 anos em Simões Lopes, mudou-se para Antinhas com 10 filhos. A seguir, vieram as famílias de Gabriel De Zorze, João e Angelo Zucco, José Mantovani, Angelo Cavalli, Julio Riter, Geraldo Veiga, entre outros. Dificuldades: A topografia era bastante acidentada e as estradas, precárias, foram abertas no braço. Eram picadas que, mais tarde, foram ampliadas para que as mudanças pudessem cruzar as matas e as famílias se estabelecessem em Antinhas. Para tanto, usaram picaretas, pás e outras ferramentas. Melhoraram a estrada para permitir o trânsito de carroças e facilitar o acesso ao local. As famílias iam todos os meses assistir à Santa Missa em Simões Lopes ou em Coronel Freitas, deslocando-se a cavalo ou até a pé. Em 1954, já havia aumentado o número de moradores. Para o lazer aos domingos, construiu-se um campo de futebol, sempre com um bom time, que era o orgulho da região. Primeira Missa: O primeiro padre a visitar a comunidade foi Frei João Vianey Erdrich, da Paróquia Santo Antônio de Chapecó. Em 1957, ocorreu a primeira visita do pároco de Coronel Freitas, Frei Gustavo Wederhoff, que se hospedou na residência do Sr. Gabriel De Zorze. Na ocasião, foi rezada a primeira missa e formada a primeira diretoria (os primeiros "fabriqueiros") da comunidade. Como não havia espaço físico para o funcionamento da escola, o Sr. Gabriel De Zorze ofereceu o porão de sua casa. Passou, então, a funcionar ali uma escola municipal e, aos domingos e dias santos de guarda, a reza do terço. O catecismo também era feito lá. Escola e Capela: Em 1959, foi construída a primeira escola, medindo 5m x 6m. Os bancos eram compridos e o local, além de escola, servia como igreja. Em 1960, foi construído um pequeno pavilhão de festas. Por ocasião da visita do inspetor escolar, foi feita uma reunião e a escola tornou-se estadual, vinculada à Linha Chapecó. Doação do Terreno: Para a construção das obras comunitárias (escola, capela, pavilhão, entre outras), os terrenos foram doados por Serafim Favaretto e Gabriel De Zorze. O local foi escolhido pelo vigário da época, Frei Emiliano Cattoni. Primeira Capela: Com a visita do Bispo Diocesano de Chapecó, D. José Thurler, pensou-se na construção da capela. Ela foi iniciada em 1962 e concluída com o auxílio de toda a comunidade. Uma vez por mês, o Frei Emiliano Cattoni vinha rezar a missa e dar assistência espiritual à comunidade, auxiliado pela irmã Colonata. Quando os frades visitavam a capela nos primeiros tempos, eles se hospedavam na casa do Sr. Heitor Favaretto e família. O Sr. Heitor acompanhava os padres nas visitas e na bênção das casas da comunidade. Dona Albina Cella Favaretto foi catequista por muitos anos e zelava pela limpeza e organização da capela junto com moças e mulheres voluntárias, sócias da capela. Salão Comunitário Atual: Havia a necessidade de um salão comunitário maior, mais amplo e confortável. As lideranças locais se reuniram com a comunidade e, juntos, todos se empenharam na construção do atual centro comunitário. A prefeitura também prestou ajuda. Padroeiro e Imagens: O padroeiro é São Braz, cuja imagem foi doada por Serafim Favaretto. A capela também conta com as imagens de: São Judas Tadeu (doada por Ernesto Barro e irmãos); Nossa Senhora da Salette (por Elzira De Zorze e família); Santa Luzia (por Heitor Favaretto); Nossa Senhora Aparecida (por Angelo Zilli e família); Sagrado Coração de Jesus (por Osmar Dalcortivo e família); e um grande crucifixo, doado pelas famílias de Eloi Lunardi, José Dalcortivo e Angelo Cavalli.